Rogério Sganzerla Filmes - Assistir Online Gratuitamente
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Rogério Sganzerla (1946 — 2004) foi um cineasta Brasileiro e um dos principais nomes do Cinema de Invenção (ou Cinema Marginal) movimento subterrâneo. Influenciado por Orson Welles, Jean-Luc Godard, e José Mojica Marins, Sganzerla, muitas vezes, usado clichês de filme noir e pornochanchadas. A ironia, a narrativa, a subversão e a colagem foram marcas de seu filme estética. Sganzerla nasceu em Joaçaba, no estado de Santa Catarina, mas se mudou com sua família para São Paulo em uma idade muito jovem, vivendo não para a maioria de sua vida. Durante a década de 1960, ele escreveu para o jornal "O Estado de S. Paulo" ("O Estado de S. Paulo") como crítico de cinema, sendo rapidamente reconhecida como um jovem talento. Em 1967, Sganzerla dirigiu seu primeiro curta-metragem, "Documentário" ("Documentário"), ganhar um prêmio no JB-Mesbla 16mm Festival. "Documentário" foi rapidamente seguido por seu primeiro longa-metragem, em 1968, "O Bandido da Luz Vermelha" ("Bandido Da Luz Vermelha"), que se tornou um marco para o movimento conhecido como Cinema de Invenção ou o Cinema Marginal e ainda é Sganzerla mais conhecidos do filme. Em 1970, fundou o "Bel-Air Filmes" de produção da empresa, juntamente com colegas Cinema de Invenção cineasta Júlio Bressane. Dirigido por Sganzerla, a empresa produziu seus filmes como "Copacabana Mon Amour", "Carnaval na Lama" e "Sem Essa, Aranha" e Bressane "A Família do Barulho", "Barão Olavo, o Horrível" e "Cuidado, Madame", tudo filmado no Brasil, durante quatro meses, de 1970, e editado no exterior, na Inglaterra, quando ambos Sganzerla e Bressane foram expulsos do seu país de origem, pelo então rulling ditadura militar. Durante o exílio, tanto Sganzerla e Bressane continuou a disparar novos filmes. Sganzerla pessoal de obsessões, tais como o diretor Orson Welles (e sua infame visita ao Brasil) e músicos de Noel Rosa, Jimi Hendrix, aparecem em muitos de seus filmes, indo tão longe a ponto de ser o principal assunto em alguns deles. Em 1985, Sganzerla dirigiu o docufiction "Nem Tudo É Verdade" ("Nem Tudo É Verdadeiro") sobre Orson Welles' chegada no Brasil para seu filme inacabado de documentários "É Tudo Verdade". Sganzerla morreu em 2004, de um tumor no cérebro, pouco depois de terminar seu último filme "O Signo fazer o Caos" ("O Signo do Caos").
Filmes feitos por Rogério Sganzerla (40)
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Filmes estrelados por Rogério Sganzerla (24)
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